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Porto Velho,  seg,   19/outubro/2020     
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Favorecido por liminar, governador pode sofrer novo revés na Justiça Eleitoral

15/04/2015 11:36:51
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

As técnicas adotadas na educação das crianças hoje em dia são calculadas para induzir mudanças de comportamento sem passar pela aprovação consciente.


O QUE SE ESVAI

Fora a apreciação dos embargos declaratórios apresentados pela defesa de Confúcio Moura, o (ainda) governador (por liminar) rondoniense, terá de enfrentar, provavelmente a partir dessa semana, a tramitação de uma ação de investigação judicial interposta pelo Ministério Público Eleitoral, com todas as possibilidades de culminar com outra decisão de cassação do diploma eleitoral da chapa formada por Confúcio e Daniel.

E assim, mesmo mantendo para si o assento de governador, Confúcio e sua grei não consegue afastar os sintomas de desintegração de seu segundo mandato.


MÚSICA ANTIGA

Nas redes sociais surgem as manifestações de aspones do palácio vangloriando-se de um simples episódio jurídico (a liminar que deu uma sobrevida ao filósofo de Ariquemes) como se tivessem obtido um ganho fantástico.

Se conhecessem sucessos musicais do Brasil dos anos 70, veriam na situação do governador uma filosofia descrita na música de Moacir Franco, compositor e cantor que chegou a desempenhar um mandato de deputado federal. “Mas o tempo é que não passa, como nuvem de fumaça, a vida é que se esvai...”, escreveu sabiamente o compositor mineiro.

A letra dessa música antiga serve como uma luva ao governo de Confúcio Moura. Seu governo é que não passa, como nuvem de fumaça, a gestão é que se esvai.


VAI SUMIR

Então é isso: o futuro político de Confúcio é o mesmo reservado a quem cava, com seus próprios pés, o abismo. Confúcio terá de rezar muito e procurar no caríssimo cipoal das filigranas jurídicas uma saída para a confirmação da cassação decidida pela própria Justiça.

E se conseguir essa façanha ainda tem contra si um inquérito que tramita no STJ com todas as características de que será transformado numa ação capaz de levá-lo a uma condenação que, entre outras coisas, porá ponto final em sua carreira de homem público.


SEM SOLIDEZ

Incompetência, inaptidão, descontrole e corrupção exacerbada, como demonstrou as investigações da Polícia Federal e do MP é o que faz o (des) governo de Confúcio se desmanchar no ar. Aliás, o governo desse ex-deputado federal e ex-prefeito de Ariquemes nunca foi sólido. Assumiu um cargo carregando grandes expectativas que nunca se cumpriram, a não ser pelo marketing caríssimo e pago com o dinheiro dos cidadãos-contribuintes-eleitores.


PLANO DIABÓLICO

Personagens acostumados a buscar consolo e orientação em orixás de terreiros de além fronteiras, imaginam sempre existir algum plano diabólico para virar o jogo.

Ora, em determinada altura do campeonato, quando não tem mais jeito de esconder as intenções malévolas de um longo período de desatinos e maldades – mais do que por outros motivos – não receita de pemba que dê jeito. Nesse momento quem pretende continuar sua caminhada na vida pública trata de se descolar dessa “liderança” que está dissolvendo por si só.


PREPAREM O PESCOÇO

Frente ao aumento dos preços da tarifa de energia elétrica, dos combustíveis e dos alimentos, o consumidor já faz manobras para fazer com que todas as contas caibam no bolso. Muitos economizam nas compras e até nos gastos com alimentos. Em Porto Velho é visível a piora na queda de consumo das famílias e enquanto o nó da corda no pescoço vai ficando mais arrochado, não se vê nenhuma ação prática dos governantes para minimizar os efeitos da crise.


PRIORIDADE

De acordo com estudioso do mercado de consumo em Porto Velho, enxugar o orçamento passou a ser prioridade – Cerca de 31% das famílias pretendem reduzir gastos até com a alimentação, disse esse estudioso que fez uma pesquisa de campo com famílias de baixa renda. No quadro geral dos consumidores rondonienses, disse essa fonte, o aumento de gastos com energia elétrica é o que desperta maior atenção. Mais da metade dos pesquisados estão decididos a reduzir o consumo de energia, concluiu a fonte.


SINAL VERMELHO PARA 3ª IDADE

A inflação percebida pelos idosos encerrou o primeiro trimestre de 2015 em forte alta. A taxa acumulada no período ficou em 4,16%, mais que o dobro do aumento de 2,02% observado no quarto trimestre de 2014, em função, principalmente, da energia elétrica. É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na segunda-feira, 13. O indicador mede a inflação percebida pela população com mais de 60 anos de idade. Contribuíram também para a aceleração do índice os grupos Transportes (1,96% para 4,98%), Alimentação (2,92% para 4,31%), Despesas Diversas (0,56% para 3,65%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,47% para 1,59%).



LEITE

A deputada mais linda que Rondônia já teve não pretende apenas chegar ao governo do estado, mas também incentivas a doação de leite materno para salvar bebês prematuros na rede de saúde pública do estado. E assim, Mariana Carvalho andou visitando o Banco de Leite Humano Santa Ágata que, para quem não sabe, funciona no Hospital de Base da capital rondoniense. E de lá a bela tucana fez um apelo para conseguir aumentar o número de doadoras. As interessadas poderão obter mais informações ligando para 3216 – 5715.



SEM ENTRAVES

O prefeito Jesualdo Pires, de Ji-Paraná, mandou recado ao colunista para explicar nota publicada sobre as supostas dificuldades criadas para o altíssimo investimento da Havan. A mega loja acabou se não se instalando em Ji-Paraná.

Jesualdo disse que sua gestão não só está aberta a todo investimento produtivo na cidade, como tem procurado conquistar investidores em todos os segmentos da economia. Criar empregos é uma das metas prioritárias daquele prefeito, disse.



NÃO ACREDITA

Um velho conhecido da coluna, muito ligado ao PSB e mais precisamente a Mauro Nazif, comentava ontem que o prefeito não acredita no que chamou de aleivosias da coluna, sobre a “alta insatisfação do povo” com a gestão do “doutor”.
As eleições do próximo ano vão demonstrar a dimensão dessa insatisfação, que de nenhuma maneira os institutos de pesquisa, por mais isentos que sejam, conseguirão mensurar. Só que ai não adiantará nem chora e nem vela.



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