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Porto Velho,  sáb,   18/setembro/2021     
política

Largada para 2º turno de Confúcio teve comando de derrotado político

7/10/2010 16:07:27
Por Gessi Taborda
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O candidato ao governo de Rondônia pelo PMDB, o inefável ex-prefeito de Ariquemes, Confúcio Moura, deve ficar cercado nesse segundo turno por fanatizados cabos eleitorais saídos das listas de políticos derrotados nos últimos anos em Porto Velho.

O grito da arrancada para o 2º turno foi dado na tardinha da terça-feira (5), na sede social e recreativa do Sindsef, sindicato dominado por um segmento partidário do PDT, na avenida Rio de Janeiro, na Nova Porto Velho.

Quem esteve à frente do evento foi o ex-vereador derrotado nas urnas, professor Mário Jorge, idealizador de um tal "MR-12" que, como o próprio disse, é um (acredite se quiser) "movimento revolucionário" do PDT. Ora, o PDT rondoniense nunca foi lá uma "brastemp" e nunca seguiu pra valer o socialismo moreno de Brizola. É, na verdade, um partido praticamente de propriedade do clã Gurgacz (os donos do grupo Eucatur).

Seria patético acreditar em alguma coisa revolucionária vinda desse partido. Mas nem por isso o professor Mário Jorge deixou de comandar o palanque de Confúcio, certamente imaginando como tantos outros derrotados políticos uma novo espaço, uma nova boquinha num suposto governo do médico de Ariquemes.


No palco onde Confúcio foi obrigado a ouvir discursos altamente ofensivos ao atual governo e críticas acerosas à liderança do senador eleito Ivo Cassol estavam os praticamente "mortos eleitoralmente", como o ex-prefeito José Guedes (carregando mais uma derrota nas urnas), Silvernani Santos e até o ex-senador, ministro e homem que cassou Collor, Amir Lando, que teve uma péssima votação nesse ano, mostrando que o povo cansou-se de sua figura política.

Apenas um nome de expressão e de verdadeiro prestígio político no Estado esteve no palco de Confúcio: a deputada Marinha Raupp, a mais votada numa disputa parlamentar em Rondônia.

Nem por isso os derrotados deixaram de proclamar em seus discursos o ufanismo de quem acredita que a liderança do grupo de Cassol acabou no primeiro turno de 3 de outubro.



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