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Porto Velho,  qui,   19/setembro/2019     
reportagem

Abril termina mal para Carlão. Justiça mantém sua condenação de mais de 10 anos

3/5/2010 15:23:00
 
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O ex-presidente da Assembléia Carlão de Oliveira estava disposto a voltar à vida pública. Esse objetivo fica mais complicado com a decisão do Tribunal de Justiça rondoniense. 



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Em sessão de julgamento realizada nesse dia 28 de abril, no 2º plenário do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, a 1ª Câmara Especial daquela corte decidiu manter a condenação dos réus acusados de crimes de fraude e peculato praticados na Assembléia Legislativa, ao tempo em que era presidente da Casa o então deputado Carlão de Oliveira, que no momento estava preparando seu retorno à atividade política, anunciando o desejo de disputar novamente o mandado de deputado estadual enquanto seu filho, o vereador Jean Oliveira, disputaria o mandato de deputado federal pelo PSDB.

Além da condenação de Carlão de Oliveira, a pena de 10 anos e 8 meses a ser cumprida em regime fechado, o TJ manteve também as condenações de Moisés José Ribeiro de Oliveira, Haroldo Augusto Filho, Marlon Sérgio Lustosa Jungles, Luciane Maciel da Silva Oliveira, Antonio Tadeu Moro, Antônio Spergiorin Tavares, Wanderley Mariano, Renato Ernesto Bolf, Deusdete Vieira de Souza, Celino Pinto Figueiredo e João Alves Pereira Neto, todos acusados de participar das mesmas fraudes.

O irmão de Carlão, o professor Moises José Ribeiro de Oliveira foi condenado a 4 anos e 5 meses de reclusão a ser cumprido no regime semi-aberto. O filho do ex-deputado Haroldo Santos, Haroldo Augusto Filho foi condenado a duas penas restritivas de direito, consistente em prestação de serviço a comunidade. Marlon Sérgio Lustosa Jungles, cunhado de Carlão na época dos fatos foi condenado a 3 anos e 10 meses a ser cumprida inicialmente no regime aberto. Luciane Maciel da Silva Oliveira e Antônio Tadeu Moro foram punidas com duas penas restritivas de direito.

Já Antônio Spergiorin Tavares foi condenado a 6 anos de reclusão a ser cumprido em regime semi-aberto. Wanderley Mariano, Renato Ernesto Bolf, Deusdete Vieira de Souza, Celino Pinto Figueiredo e João Alves Pereira Neto também foram penalizados a duas penas restritivas de direitos consistentes em prestação de serviço a comunidade.

Contra os condenados tramitam outros processos na Justiça.

Publicado na edição nº 129, de 29/4 a 30/5/2010.



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