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Porto Velho,  sex,   27/novembro/2020     
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Moradores de bairros esquecidos pela administração querem isenção do IPTU

6/4/2010 18:42:46
 
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A maior parte da periferia da capital rondoniense mais parece um daqueles capítulos que ninguém sabe e ninguém viu e seus moradores estão condenados a viver no abandono imposto pela prefeitura.

Agora um grupo de moradores do bairro Jardim Santana estão se organizando para obter o apoio do Ministério Público, através de sua promotoria da cidadania, pedindo a isenção do IPTU daqueles moradores que vivem nas ruas mais esquecidas, que acabam ficando intransitáveis por alagações e buracos, inseguras em virtude do grande número de terrenos e áreas públicas tomadas pelo mato, e também pela inexistência de iluminação pública e ausência de estrutura urbana.

Esta situação de abandono por parte da prefeitura de Porto Velho não é, na verdade, privilégio apenas das periferias mais distantes. Até mesmo em bairros do centro a grita é geral. É, por exemplo, o que ocorre com quem mora no bairro Milagres, principalmente depois que ampliaram a extensão da avenida Farquahr ligando o centro da cidade ao bairro Nacional.

A situação se agravou com o trânsito de carretas que se dirigem ao terminal petroleiro, obrigando que mora na área, e especialmente os moradores do bairro Milagres a enfrentar uma imensa cortina de poeira que causa doenças respiratórias principalmente em crianças e idosos.

Estas pessoas afirmaram para Imprensa Popular a idéia de conseguir isenção do IPTU enquanto o poder público não cumprir com sua responsabilidade de dotar as comunidades da estrutura mínima para a vida cidadã, pode ser o caminho mais rápido para acordar os dirigentes municipais. Em muitos bairros de Porto Velho a situação precária das ruas revolta seus moradores que praticamente nada conseguem com meras reclamações ou manifestações.

“Esse pessoal da prefeitura deixa a gente sem acesso aos serviços públicos, vivendo nessas ruas onde não entra nem ambulância, onde não tem coleta de lixo regular e nem iluminação pública mas mesmo assim somos obrigados a pagar as taxas cobradas pela prefeitura e o IPTU” disse Elaine Antunes.

Publicado na edição nº 128, de 28/03/2010.




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