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Porto Velho,  sex,   27/novembro/2020     
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Serviço piorou com a chegada das Usinas do Madeira

6/4/2010 18:19:23
Por Aldrin Willy
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Com o início das obras do complexo hidrelétrico do Madeira, milhares de novos usuários disputam a tapa vaga em algumas linhas de ônibus. 


 

O sistema de transporte coletivo da capital já era ruim. Agora está pior. Apesar do recente aumento na tarifa, que hoje está entre as mais caras do Brasil, a qualidade do serviço continua péssima. É o que afirmam moradores da capital, que não têm outro meio de locomoção senão pelos ônibus coletivos.

Deisy Cristina dos Santos acorda às 5h todos os dias. Além de preparar os filhos para a escola, ela precisa correr para chegar à parada de ônibus a tempo de não perder o que passa às 6h30. “Senão só Deus sabe quando pego outro”.

Desde que intensificaram-se as obras das usinas, a historiadora reclama que nunca mais teve sossego ao tomar o coletivo de algumas linhas.

“O número de passageiros que ocupam os ônibus de transporte coletivo urbano, que utilizam-se da linha Mariana/Esplanada, aumentou consideravelmente tendo em vista as pessoas que se deslocam para o SENAI, para ali freqüentarem cursos oferecidos pela entidade e pela Odebrecht”, diz.

“Disso resultam duas conseqüências seriíssimas: superlotação dos veículos e atrasos freqüentes nos horários dos ônibus.”

Segundo ela, a superlotação acarreta outros aborrecimentos diários. “Muitas vezes as pessoas são impedidas de entrar no ônibus pelo já excedente número de passageiros. Em outras o ônibus se desloca por metros com as portas abertas e pessoas nas escadas, pondo em risco a vida das mesmas”, relata.

A situação é agravada pela falta de conforto e comodidade dos coletivos da capital, como explica a historiadora:

— Para piorar a situação os ônibus não dispõem de ar-condicionado, relembrando que essa foi uma das justificativas alegadas para o último aumento da tarifa. Muitas vezes também, os ônibus que circulam nessa linha estão em péssimas condições de manutenção. Não bastasse isso, outro agravante: as adequações realizadas para que a catraca fosse colocada na parte traseira dos coletivos dificultam a circulação dos passageiros, muitos inclusive, sofrem pancadas e lesões ao tentar se movimentar.

Publicado na edição nº 128, de 28/03/2010.




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