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Porto Velho,  sex,   10/julho/2020     
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Não é piada. Em Rondônia uma lei obriga restaurante, bares e lanchonetes a contratar nutricionistas

4/12/2009 18:01:22
 
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Certamente essa é mais uma dessas leis que não irão pegar, até porque não há tantos profissionais de nutrição para atender o número de estabelecimentos desse comércio. 


 

O estado de Rondônia está entre os que mais crescem no país. É nesse estado que estão sendo implantados projetos de infra-estrutura importantes, como o complexo hidrelétrico do Madeira, um dos maiores do mundo no setor energético.

Nem por isso a Rondônia de agora deixou seu aspecto de acampamento (em alguns lugares) ou bucólico de áreas onde os grotões predominam.

Nesse estado é comum, por exemplo, gente vendendo de tudo em esquinas, inclusive alimentos e frutas. Aliás, na própria capital, Porto Velho, é muito comum pessoas improvisar barracas em esquinas movimentadas para vender peixes e até frango assado, numa atividade de comércio clandestino como não se vê outros locais onde a vigilância sanitária é atuante.

Pois neste cenário que um deputado da Assembléia da Assembléia Legislativa conseguiu transformar em lei um projeto que obriga aos estabelecimentos do segmnto de bares, lanchonetes e restaurantes a contratar um(a) nutricionista para poder continuar funcionandlo. A medida está valendo desde o último dia 2 desse mês de dezembro de 2009, quando a lei foi publicada no Diário Oficial.

Certamente essa mais uma lei inóqua. Se for realmente exigida, milhares desse tipo de estabelecimento terão de ser fechados em todo o Estado. Não há, claro, profissionais graduados nessa especialização para atender o volume de bares, restaurantes e lanchonetes existentens em todo o Estado.

Mas certamente a idéia desse deputado pode colocar Rondônia no ranking de alguma coisa. Afinal, nem em paraisos turísticos, como os existentes no Caribe, têm uma lei tão exdrúla e abrangente. Na verdade, nem mesmo nos endereços do turismo internacional da Europa e dos Estados Unidos esse tipo de exigência funciona.

Enquanto o deputado fez um grande esforço para aprovar essa “importante” lei, na capital rondoniense a vigilância sanitária se aprensenta como uma grande omissa até para tornar higiênico espaços públicos como o das feiras livres.




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