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Fest Cineamazônia ainda é um evento tímido dentro do cenário cinematográfico brasileiro

19/11/2009 02:06:10
 
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Metade das produções inscritas na versão 2009 são assinadas por rondonienses. 



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É certo que ainda estamos muito longe de ver a cidade de Porto Velho, capital de Rondônia, com a mesma importância que Gramado (RS) tem hoje para o cinema nacional.

Mas o Fest Cineamazônia (que começou como uma tímida iniciativa de amantes da sétima arte) vai ganhando musculatura e incentivando os próprios rondonienses a se interessar por esta forma de arte e cultura, aventurando-se pela produção cinematográfica. Na versão de 2009 do Fest Cineamazônia – a ser realizado entre os dias 7 a 12 de dezembro, no Teatro (Argh!) Banzeiros, das 12 produções inscritas aos prêmios e troféu Mapinguari, seis são de autoria de rondonienses.

Em press-release enviado à imprensa, os responsáveis pelo evento tratam alguns desses produtores locais como verdadeiros cineastas e até como jornalistas. São exageros plenamente desculpáveis para quem consegue ver intelectualidade, criticidade e criatividade num trabalho tido como “vídeorreportagem” (sic) ambiental.

Ora, é difícil acreditar que uma produção batizada de “Andança das Lendas (???) pelo Rio Madeira” seja alguma coisa capaz de impactar a intelectualidade cinéfila, com um novo conceito na produção do jornalismo cinematográfico. Tá certo que alguém criou “o espírito que anda”; portanto dá até para entender que “lendas” também andam, principalmente quando retratadas num trabalho de uma artista de obras decorativas que, ao que parece, aventurou-se pelo conto.

Segundo consta, essa forte concorrente ao prêmio rondoniense, deu vida à crendice dos moradores da comunidade Santa Catarina, no Rio Madeira que, certamente, não é diferente da crendice de todos os moradores beiradeiros da região.

Também concorre na categoria de videoreportagem a produção de Orlando Junior, de Manaus (AM), que registrou uma expedição de estudantes de oito países amazônicos, que reviveram a aventura do navegador espanhol Francisco Orellana. O roteiro pelo rio Amazonas iniciou em Quito (Equador) até Belém (Pará/Brasil). Esta certamente é uma produção que parece ser verdadeiramente um reportagem interessante, pois investiga um momento histórico pouco conhecido pela sociedade brasileira.

Outra “vídeorreportagem” (sic) selecionada é ”Taru Ande – O encontro do céu com a terra”, de Marco Altberg, do Rio de Janaeiro (RJ). A produção registra o Festival de Cultura Indígena realizado na Serra do Cipó (MG), reunindo povos indígenas de várias regiões do País.

O Fest Cineamazônia tem o apoio cultural do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual, Semed, Secel, Bancada Federal de Rondônia, Senadora Fátima Cleide, Senador Valdir Raupp, Deputado Federal Eduardo Valverde e Deputada Federal Marinha Raupp.

FILME DE LULA 

Em Brasília foi aberto no dia 17 o 42º Festival de Cinema daquela capital. Para abrir o evento, aconteceu a primeira exibição mundial de Lula, O Filho do Brasil, de Fábio Barreto. O longa-metragem mostra parte da trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o nascimento em 1945, até 1980, quando o então sindicalista dava seus primeiros passos na carreira política.

Baseado no livro homônimo de Denise Paraná, o filme estrelado por Gloria Pires e Rui Ricardo, entre outros, só deve entrar no circuito comercial em janeiro de 2010.

O publico se divertiu, se emocionou e aplaudiu calorosamente ao final da projeção.

A mostra competitiva do 42º festival de Brasília do Cinema Brasileiro começou no dia 17, às 20h30, no Cine Brasília com a exibição de Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas e dos curtas metragens Homem Bomba, de Tarcisio Lara Puiati e Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani.




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