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Porto Velho,  dom,   29/novembro/2020     
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Finalmente a iluminação pública vai chegar a 80% do bairro Nacional. É a promessa da prefeitura.

18/11/2009 01:16:01
 
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Não ficou claro, mas a prefeitura admite que as obras do Nacional tem sido pagas consórcio das hidrelétricas do Madeira. 


 

A prefeitura de Porto Velho vai iluminar 90% das ruas do bairro Nacional. O trabalho deve começar já no mês que vem. “Incluímos no nosso planejamento todas as ruas que contam com rede de baixa tensão, o que é uma condição básica para a instalação das luminárias”, explica o presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (Emdur), Mário Sérgio Teixeira.

Outra obra importante para o bairro projetada pela prefeitura é a construção de uma policlínica no local onde hoje funciona o posto de saúde. Os recursos para a obra, provenientes das compensações das Usinas do Madeira, já foram disponibilizados, mas a municipalidade está encontrando resistência do governo do Estado para a liberação do terreno anexo à unidade de saúde, onde está instalado um posto policial. 

A prefeitura propôs a construção de um box para a PM junto ao prédio da policlínica, mas a proposta não foi acatada. 

Em janeiro de 2010, a Escola Nacional, administrada pela prefeitura, será reformada, com recursos, já garantidos, das compensações sociais da hidrelétrica de Jirau, por meio da concessionária Energia Sustentável do Brasil. 

Recentemente, foi aberto um poço na escola para normalizar o abastecimento de água.

SÓ 270 MIL

A ligação do Bairro Nacional com a rua da Balsa, naquilo que é o prolongamento da avenida Percival Farquahr – obra que se arrasta ao longo do tempo e está, certamente, muito longe de terminar – é apenas a abertura de uma via de terra batida que, segundo acredita o prefeito, é uma obra que merece ser comemorada (mesmo aparentemente precária) por tirar do isolamento aquele bairro onde estão os principais terminais petrolíferos da capital rondoniense.

E no seu press-release a prefeitura afirma que ali naquela rua que mais parece uma estradinha rural, foram gastos mais de R$ 2,5 milhões. A prefeitura teria entrado apenas com 270 mil reais. 

Mesmo com tanto dinheiro e sendo a obra feita como um paliativo qualquer, a prefeitura admite que há um atraso na construção das galerias, que foram danificadas pelas chuvas durante o processo de execução. “A galeria já foi concluída, estamos aguardando a cura do cimento para concluir a parte final do aterro lateral. Mas em nenhum momento o trânsito das carretas foi prejudicado”, explicou o secretário.




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