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Porto Velho,  sáb,   7/dezembro/2019     
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Vice-governador festejou com população da Ponta do Abunã

13/9/2009 20:54:50
 
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João Cahulla foi a Extrema e Nova Califórnia prestigiar a comemoração dos moradores por mais um avanço na luta pela emancipação da região fronteiriça com o Acre. 


 

“Acompanho de perto a luta dos moradores da região da Ponta do Abunã para buscar a sua emancipação. Em agosto último, estive em Brasília com uma comissão formada por representantes da população e autoridades com o ministro do TSE Fernando Gonçalves, quando apresentamos a necessidade da criação do novo município. Agora, com a autorização do plebiscito, fica mais próximo o sonho de se tornar realidade”, disse Cahulla.

O vice-governador estava acompanhado dos deputados estaduais Miguel Sena e Valter Araújo e foi recebido pelo presidente da Comissão Pró-Emancipação, José Aparecido Bispo, junto com moradores. O senador Valdir Raupp, a deputada federal Marinha Raupp e o deputado estadual Edson Martins também participaram do ato que reuniu centenas de pessoas.

“Conquistamos uma vitória que nos fortalece e nos dá mais ânimo para continuar lutando. A união de todos em torno desse sonho, o apoio das autoridades foi decisivo para alcançarmos essa vitória”, declarou Bispo.

Desde julho de 2007 que a Assembléia Legislativa aprovou a criação do município. Com o plebiscito, a população vai poder escolher se deseja emancipar-se de Porto Velho. Mas, para que a emancipação se concretize é preciso que o Congresso Nacional elabore a Lei Complementar Federal, exigida pela Constituição, que deverá tratar da criação, fusão, incorporação e desmembramento de municípios.

Agora, fica a cargo do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) definir a data e organizar a eleição que vai definir se a população aceita a emancipação ou prefere continuar sendo distrito de Porto Velho. O líder indígena Ari Ferreira Simão Wayama, que reside na aldeia há 38 km de Extrema assegurou que o povo indígena da região quer a emancipação e que vai estar junto com os moradores lutando pela causa. “Nossos filhos precisam estudar. Precisamos de cartório, de bancos e outros serviços que o distrito não oferece. Quando se tornar município, isso tudo vai ser facilitado”, observou Wayama, acrescentando que em sua aldeia residem cerca de 80 pessoas, sendo que os Wayamas residem espalhados em mais quatro aldeias e somam entre 700 e 800 indivíduos.




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