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Porto Velho,  qui,   19/setembro/2019     
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Mototáxi: esperados novos conflitos na capital

1/8/2009 13:42:16
Por Aldrin Willy
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Como lei federal deixa a cargo dos municípios a regulamentação da profissão, ainda há muita briga por vir. 


 

Engana-se quem pensa que será fácil a regularização dos mototaxistas de Porto Velho após a aprovação, no Congresso Nacional, da lei que regulamenta a profissão deles. Como o texto legal deixa a cargo dos municípios a regulamentação do dispositivo, ainda será preciso muita luta por parte das associações de mototaxistas.

De acordo com Máximo Farias Rodrigues, presidente da Coopbrasil, cooperativa que congrega os mototaxistas que atuam na região do Terminal Rodoviário, hoje existem cerca de 1600 profissionais trabalhando em Porto Velho.

Rodrigues diz que, com a lei federal, ele e seus companheiros sentem-se mais tranqüilos. Entretanto, ressalta que a situação ainda é incerta, pois dependerá, novamente, de aprovação na Câmara Municipal, onde a vontade do prefeito Roberto Sobrinho (PT) quase sempre fala mais alto que qualquer outro interesse.

O prefeito petista não escondeu seu desprezo pela idéia de regulamentar a profissão de mototaxista na capital e jogou todas as suas fichas na certeza de que a Câmara Municipal não deixaria passar o projeto apresentado pelo vereador Jean de Oliveira, legalizando a atuação dos profissionais da moto.

 

EM RIO BRANCO FOI DIFERENTE

Enquanto em Porto Velho, os mototaxistas lutam contra a resistência do prefeito petista e da maior parte dos vereadores em regularizar sua profissão, situação completamente inversa existe em Rio Branco, capital do Acre, há pelo menos sete anos.

Sérgio Parente conhece bem essa história. Ele trabalha na capital acreana como mototaxista há mais de onze anos, antes ainda da regulamentação da profissão na cidade, em 2002. Ele conta que, assim como acontece hoje em Porto Velho, naquele tempo “havia muito confronto, muita resistência por parte dos taxistas e das empresas de ônibus” em aceitar o mototáxi.

No entanto, diferentemente de Porto Velho, na capital do Acre foi justamente a prefeitura, também comandada pelo PT, que tomou a frente pela regulamentação da profissão na cidade. “A prefeitura editou uma lei, referendada pela Câmara e que foi considerada legal pelo nosso judiciário. Assim, desde 2002, nós temos nossa profissão, pelo menos dentro do município, regulamentada”, diz Parente.

Os mototaxitas acreanos são todos uniformizados. Usam coletes amarelos, reflexivos, nos quais vai estampada a licença para exercer a profissão, expedida pela prefeitura.




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