Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  sáb,   22/fevereiro/2020     
política

Aunmenta repúdio à interferência estatal no FAT

30/7/2009 16:10:25
 
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



Mais de 60 entidades do grupo manifestam o seu repúdio à interferência estatal na eleição do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo Trabalhador 


 

Em manifesto enviado hoje (30-07) a todo o meio político e empresarial do País, o Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor manifesta apoio irrestrito à saída da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Confis) do Conselho Deliberativo do Codefat, motivada pela quebra do tradicional rodízio para a sua presidência - feita por alternância entre as entidades que fazem parte do órgão.
 
O comando do Codefat para o biênio 2009/2010 ficaria a cargo da CNA, no entanto, por uma política nebulosa até aqui, conforme amplamente divulgado pela imprensa, a eleita foi a Confederação Nacional de Serviços (CNS), entidade recém integrada ao conselho, presidida por Luigi Nesse, e que inclusive tem o seu registro sindical contestado no Supremo Tribunal Federal.
 
“Essas quatro federações fazem parte do Codefat desde a sua fundação, em 1990, e de lá até aqui as eleições sempre foram feitas de forma rotativa e democrática, alternando representantes do governo, dos empreendedores e dos trabalhadores”, destaca o coordenador do Fórum do Empreendedor, José Maria Chapina Alcazar. “Com essa possível artimanha, foram desrespeitadas a tradicional imparcialidade no processo e também a não interferência na rotatividade das bancadas”, acrescenta ele, lembrando que o Codefat é responsável pela gestão de um patrimônio de R$ 158 bilhões.
 
O empresário e líder setorial também propõe uma reflexão sobre a facilidade com que determinados grupos obtêm carta sindical no País. “Em nome de todas as entidades sérias, legítimas e representativas, é imprescindível que seja retomado o rigor na normatização e concessão do documento”, argumenta.
 
As mais de 60 entidades do Fórum do Empreendedor que endossam o documento também apoiam as entidades patronais, caso elas optem por entrar na à Justiça para reclamar pela falta representatividade do conselho.




Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: