Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  ter,   17/setembro/2019     
cidades

Falta boa vontade e competência para resolver a questão da rodoviária

25/7/2009 19:18:23
 
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



É inadimissível um municipio receber tanto dinheiro como acontece com Porto Velho agora e a prefeitura não se mexer para construir uma nova rodoviária. 



Clique para ampliar

Porto Velho, capital rondoniense, vive um de seus melhores momentos sócio-econômicos, graças às obras estruturantes que fazem parte do PAC do governo federal e ao imenso volume de dinheiro destinado ao município, pelos acordos compensatórios.

É esse cenário especial vivido pela economia da cidade que possibilita o início de várias obras destinadas a melhorar a situação urbana da capital, sobre os quais o executivo, exercido pelo petista Roberto Sobrinho, procura tirar o máximo de proveito político.

Obras genuinamente da prefeito é coisa rara mas isso, como explica um observador político, não tem a menor importância, porque para quem mora numa cidade “esculhambada” como ainda é Porto Velho, o que “importa” é se melhorias de verdade chegam às ruas, aos bairros, etc, e não de onde está vindo o dinheiro para garantir as realizações.

 

CAPÍTULOS ESQUECIDOS

É inadimissível que uma cidade que vive um frenético movimento de prosperidade, como é o caso de Porto Velho, não seja capaz de oferecer à sua população e àqueles que aqui chegam pela via terrestre, uma rodoviária com estrutura de segurança, conforto, racionalidade para os seus milhares de usuários.

No período eleitoral do ano passado o atual prefeito, para conquistar os votos necessários à sua reeleição, não deixou de tratar do assunto nos seus discursos. Conferindo importância ao assunto, o prefeito deixava claro que com sua reeleição uma nova rodoviária iria surgir, pois uma cidade perto dos 400 mil habitantes (alguns acham que Porto Velho já superou esse número de moradores) tem mesmo de tratar com mais respeito aqueles que saem ou chegam de onibus.

Acontece que até o momento não existe nenhum recurso de compensação (o que virou moda) pelos impactos da construção das hidrelétricas destinado à construção de uma nova rodoviária e, como está muito claro, a prefeitura não executa praticamente nada exclusivamente com recursos próprios. Por isso o povo em geral e os usuários da rodoviária estão perdendo, mais uma vez, as esperanças de algo pudesse mudar.

A rodoviária de Porto Velho voltou a ser um capítulo esquecido na esteira do descaso da prefeitura que fala tanto na execução de grandes obras (custeadas, quase sempre, com dinheiro alheio) mas não resolve questões simples como sinalização primária de trânsito, ciclovias, parques e jardins, etc.

É inadimissível que uma cidade aproxime-se dos 100 anos de vida com uma rodoviária como aquela, que mais parece um antro e está muito distante dos anseios da comunidade. Pelo silêncio, os planos de construir um grande e moderno terminal de onibus, que proporcionasse a integração com o serviço de transporte público municipal deve ter sido novamente engavetado, à espera de novas disputas eleitorais quando, certamente, voltará a ilustrar os discursos e rechear as promessas.

Uma nova rodoviária para Porto Velho é uma necessidade para a capital que no momento, segundo diz o próprio prefeito, nada em dinheiro do governo e da iniciativa privada. Aquilo que existe ali na Jorge Teixeira chega a ser humilhante para a cidade que pretende ser paradigma do desenvolvimento na amazônia.




Comentários (1)
uma calamidade

Essa nossa rodoviária é um verdadeiro xiqueiro, um nojo mesmo... tomara Deus não demore muito para esses políticos de meia tigela darem um jeito nessa bagunça!

Jorge Reis - Porto Velho/ RO.
Enviado em: 27/7/2009 10:19:38  [IP: 200.101.66.***]
Responda a este comentário

Mais Notícias
Publicidade: