Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  sex,   10/julho/2020     
política

MPs pedem melhorias para prisões de Porto Velho

1/7/2009 18:09:51
 
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



Com isso, espera-se atender determinações da Corte Interamericana de Direitos Humanos. 


 

O Ministério Público Federal em Rondônia (MPF) e o Ministério Público do Estado de Rondônia (MP/RO) recomendaram quatro providências a serem adotadas pela Secretaria de Justiça (Sejus) em relação às unidades prisionais de Porto Velho, em especial o presídio Urso Branco. As medidas recomendadas têm por finalidade cumprir as determinações da Corte Interamericana de Direitos Humanos e também propiciar que se evite distúrbios dentro dos presídios por falta de condições mínimas de higiene, alimentação e dignidade humana.
As medidas incluem o fornecimento imediato de kit higiene (papel higiênico, sabão, creme dental, entre outros) para as unidades prisionais Urso Branco, Urso Panda, Colônia Agrícola e penitenciária Ênio Pinheiro. Pela recomendação, o kit higiene deve ser fornecido impreterivelmente a cada 15 dias.
No prazo de 30 dias a Sejus deve providenciar reposição dos colchões que estão faltando nas quatro unidades prisionais e também a substituição dos que estão já sem condições de uso. Os MPs especificam que a densidade mínima recomendada pelo Inmetro é de 28D.
A recomendação também dá prazo de 30 dias para o início do fornecimento da quarta refeição aos internos do Urso Branco, com os mesmos itens do café da manhã, e que deverá ser servida entre 20h30 e 21h30.
A Sejus deverá em 60 dias viabilizar a reforma da área onde atualmente se desenvolve trabalhos artesanais no Urso Branco. A reforma deve contemplar a instalação de salas de aula para atender os futuros alunos do programa de educação para presos.
Os representantes dos MPs, o procurador da República Ercias Rodrigues de Sousa e a promotora de Justiça Andréa Waleska Nucini Bogo, informaram que o cumprimento de cada uma das medidas deve ser comunicado e esclareceram que o não cumprimento acarretará o ajuizamento de medidas judiciais, inclusive responsabilização de servidores públicos da Sejus.
Os dois MPs integram a Comissão Especial Urso Branco, que tem por finalidade coordenar, supervisionar e aplicar as medidas determinadas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.




Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: