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Porto Velho,  dom,   23/fevereiro/2020     
política

TRF-1 manda prender juiz amazonense acusado de orgias com menores; juiz está foragido

30/6/2009 12:55:25
 
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Outros funcionários do TRT do Amazonas também foram presos. Eles são acusados de levar adolescentes com idade entre 13 e 15 anos para as orgias patrocinadas pelo juiz. 


 

O juiz do Trabalho Antônio Carlos Branquinho, do município de Tefé, no Amazonas, teve a prisão preventiva decretada por exploração sexual infantil. A ordem de prisão partiu do Tribunal Regional Federal da 1ª Região em decorrência de uma investigação do Ministério Público Federal. Branquinho está foragido. Como o processo corre sob segredo de Justiça, não é possível saber os fundamentos da prisão preventiva.

De acordo com a Assessoria da Imprensa do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, dois funcionários da Vara da Justiça do Trabalho de Tefé já foram presos: a secretária da Vara do Trabalho, Azenir do Carmo Melo da Silva, e o auxiliar administrativo do órgão, João Batista Rodrigues Coelho. Ambos são acusados de levar adolescentes com idade entre 13 e 15 anos para as orgias patrocinadas por Antônio Carlos Branquinho. Também foi expedido mandado de prisão contra o oficial de Justiça Jackson Medeiros de Matos. Ele é funcionário do município de Tefé e foi cedido à Justiça do Trabalho local.

Segundo a Polícia Federal, familiares das adolescentes delataram o crime dos servidores e do magistrado ao Ministério Público Federal em fevereiro do ano passado. Só este ano o MPF conseguiu finalizar as investigações. Os servidores Azenir do Carmo e João Batista foram presos e transportados para o Complexo Penitenciário Anísio Jobin (Compaj). Até sexta-feira (26/6), a Polícia Federal prosseguia com as buscas para encontrar o juiz, considerado foragido.

Desfalcada de sua autoridade máxima, da chefe da secretaria, do assistente-chefe e do oficial de Justiça, a Vara do Trabalho de Tefé teve de fechar suas portas. As atividades estão suspensas esta segunda-feira (29/6). Um outro juiz do Trabalho e servidores serão deslocados de outras repartições da Justiça do Trabalho para tentar normalizar o trabalho.

FONTE: Revista Consultor Jurídico



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