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Porto Velho,  qui,   9/julho/2020     
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Eleitores mostram arrependimento de ter votado em Roberto

27/5/2009 19:13:54
Por Aldrin Willy
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A falta de ação da prefeitura e o estado caótico da cidade estão fazendo muita gente refletir se foi mesmo um bom negócio reeleger o atual prefeito. 



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Nada pode ser tão frustrante quanto a sensação de ter sido vítima de um engodo. Essa sensação desagradável, mesclada com uma dose de raiva e arrependimento, é a que prevalece hoje nas ruas esburacas de Porto Velho.

Esse sentimento é compartilhado por aqueles que, embalados por uma milionária campanha midiática, foram levados a acreditar que o melhor para a cidade seria a reeleição de uma administração que à época praticamente só colecionava obras inacabadas. E ainda coleciona.

Menos de oito meses após a vitória do petista Roberto Sobrinho, reconduzido ao cargo para mais quatro anos, chega a ser estrondoso o número de manifestações de arrependimento de eleitores que votaram no prefeito.

Mas não é para menos. As promessas, bradadas a plenos pulmões durante a campanha eleitoral, indicavam que a cidade estava preparada, estava no ponto, pronta para absorver todos os “benefícios” possíveis que viriam com o início decisivo da construção do mega-projeto energético do Madeira.

Entretanto, vencidas as eleições, o que se viu foi uma cidade sem a menor estrutura para comportar o volume de pessoas que já existem, tampouco para as que aqui desembarcam todos os dias, atraídas pela expectativa de um novo “Eldorado” que se anuncia para Porto Velho com o início das obras das usinas. As reclamações contra essa situação precária, que durante o pleito eleitoral ficaram adormecidas ou foram sufocadas, agora surgem aos montes. E vêm de todos os recantos da cidade, mas principalmente daqueles lugares tradicionalmente relegados ao último lugar na lista de prioridades da gestão municipal.

Para muitos dos problemas, novamente, a prefeitura lança mão daquela antiga desculpa do inverno amazônico como pretexto para sua incompetência. Para outros, promove campanhas publicitárias fantasiosas, dando ao povo talvez as únicas coisas  que sabe fazer: mais promessas e fantasias.

Contudo, para os milhares de habitantes desta terra — à qual a repórter da Revista Época Eliane Brum atribuiu uma atmosfera “pesada e triste” — com ou sem chuva, eles precisam encarar todos os dias os buracos, a saúde e a educação precárias e os efeitos danosos da inexistência de um sistema de saneamento básico.




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