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Porto Velho,  qui,   9/julho/2020     
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Nem juiz federal escapa da audácia dos bandidos da capital

27/5/2009 06:17:00
 
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Nem muros altos, nem cercas elétricas ou mesmo serviços de segurança especial em algumas residências têm impedido as ações dos marginais. 


 

A residência do magistrado Élcio Arruda, Juiz Federal em Rondônia, é uma dessas casas com cerca elétrica comuns em áreas nobres de Porto Velho. Certamente, em decorrência de sua função de magistrado, o Dr. Élcio deve ter à sua disposição um tipo de serviço especial de segurança. Nem por isso a sua residência ficou livre da ação de bandidos que escalaram o muro de mais de 2 metros de altura da mansão no último dia 23, sábado.

INSEGURANÇA

É só dar uma volta rápida pelo bairro Olaria, onde mora o Juiz Élcio Arruda, ou pelos bairros vizinhos, como o Jardim América, Santo Antonio e outros daquele perímetro nobre da capital rondoniense para constatar que os moradores fazem o que podem para tentar driblar a violência. Cercas elétricas, muros e portões altos, câmeras de monitoramento e pagamento de segurança particular são algumas das táticas. Apesar de tudo isso, os moradores afirmam ter medo constantemente. 

É cada vez mais comum o registro de casas invadidas por quadrilhas de ladrões que, em alguns casos, não hesitam em amarrar os moradores, mantendo-os sob a mira de armas enquanto comparsas cometem outros crimes. E quando essa cena acontece, mas do que perder objetos de valor, carros, etc., as pessoas correm o risco de serem seviciadas, agredidas e até mesmo estupradas pelos meliantes.

A insegurança aumenta a olhos vistos e hoje está presente, também, nos bairros mais sofisticados.

SEM SAIR

Rita Boaventura, de 55 anos, é empregada numa do Santo Antonio, um bairro da região do Olaria. Ela afirma que tem medo de ficar sozinha na casa, quando os patrões saem para o trabalho. “Não saio para nada. Nunca aconteceu nada na casa, graças a Deus, mas dá medo. Precisa de mais polícia na rua”.

Quem mora em bairros mais distantes do centro de Porto Velho não vive uma situação diferente. Pelo contrário, como disse a Imprensa Popular a dona Fabiana Soares, que trabalha num pequeno comércio da família (uma espécie de padaria) no Jardim Santana: “Aqui é muito perigoso. O nosso comércio já foi assaltado mais de uma vez. Meu cunhado já ficou sob a ameaça de dois homens armados. Eles levaram o dinheiro, que era pouco. Já não deixamos muito dinheiro aqui. Mas sempre dá medo de que eles façam alguma outra coisa”.

De acordo com Fabiana quando a polícia aparece com freqüência nas ruas do bairro, a situação fica mais tranqüila. Para ela, se o prefeito implantasse a guarda municipal, como prometeu na campanha eleitoral, “quem mora em Porto Velho poderia viver com menos medo do que hoje”.




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