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Porto Velho,  seg,   18/novembro/2019     
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Vereador confessou espontaneamente que matou em Mato Grosso

6/6/2008 07:53:41
 
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O crime foi praticado em 85 e só agora Pitico Vilela, vereador em Porto Velho, foi encontrado pela polícia. 


 O vereador Joaquim Vilela da Silva, o Pitico Vilela (PTB), da Câmara Municipal de Porto Velho, confessou espontaneamente o assassinato dos policiais José Francisco da Silva e Carlos Janucci, e ferimentos a bala em José Iran da Silva, em atentado ocorrido na manhã do dia 11 de março de 1985, em Terra Nova do Norte, Estado do Mato Grosso.

Pelo que consta do processo, os fatos tiveram a sua origem no dia anterior, em virtude das vítimas, policiais da Delegacia de Terra Nova, terem detido um homem ligado a um certo Rivair, autor de um atentado de morte contra outra pessoa. Por causa disso, no dia do crime, bem cedo, a vítima José Iran foi questionada por Joarisse Vilela da Silva, irmão de Pitico, que recriminou “acerbamente” a atitude dos policiais. Automaticamente, o irmão de Pitico foi detido por flagrante desacato a autoridade policial. Todavia, por volta das 9h30, a vítima Carlos Joanucci, respondendo pelo delegado, liberou Joarisse.

Passada meia hora, os acusados, ou sejua, a irmandade toda e mais dois companheiros de bando, utilizando-se de dois veículos, um Pampa e um Saveiro, interceptaram em plena rua as vítimas José Francisco e José Iran, passando a atirar contra eles. José Iran sobreviveu – gravemente ferido – porque embrenhou-se no mato. A outra vítima, estando próxima da delegacia, aproximou-se dos acusados e também caiu crivada de balas.

Pitico Vilela e seu irmão Laudevino Vilela da Silva confessaram espontaneamente, em juízo, a autoria do crime. O vereador deve ir a júri popular no Mato Grosso. Ele ficou uns dias preso no Urso Panda, mas acabou tendo relaxada, por determinação da Justiça de Mato Grosso, a prisão preventiva, tendo reassumido seu cargo de vereador na Câmara Municipal de Porto Velho.


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