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Porto Velho,  sáb,   7/dezembro/2019     
reportagem

Você que fez festa no Dia do Trabalho, aproveite agora para refletir

4/5/2008 18:27:23
 
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Antigamente o 1º de Maio era o dia de luta do trabalhador. Ninguém fazia sorteio de carros, de apartamentos ou grandes churrascos. O Primeiro de Maio era operário. 


 Em Rondônia o Primeiro de Maio não serviu para o anúncio de aumento do salário dos vários segmentos da classe trabalhadora. Não serviu para que certos dirigentes assumisse o compromisso de não perseguir antigos integrantes do serviço público para dar mais vagas aos seus apaniguados e cabos eleitorais. Por isso, passado o momento da festa, agora o negócio é refletir.

E aqui publicamos, esperando contribuir para esta reflexão, 10 pontos que merecem entrar no foco das questões mais pertinentes ao trabalhador. Vamos lá:

1) cerca de 90% dos empregos gerados em Rondônia são de remuneração abaixo de dois salários mínimos;

2) acidentes de trabalho matam muito mais do que a dengue;

3) mais de 70% das empregadas domésticas, na sua maioria caboclas, não tem registro em carteira;

4) as empresas de terceirização de limpeza e conservação ganham uma fortuna dos cofres públicos e contratam, pelo mísero salário mínimo nacional mulheres e homens das classes mais humildes, sem a menor chance de progressão funcional;

5) as mulheres que ocupam as funções de nível superior recebem salários de até 70% menos que os homens;

6) Em 2007 foram contratados no Brasil, aproximadamente 14 milhões de trabalhadores e demitidos aproximadamente 12 milhões de trabalhadores, num altíssimo índice de rotatividade cujo objetivo é a redução de salários, o que gera stress e depressão, alto índice de afastamento no INSS e recebimento de seguro-desemprego, o que onera a sociedade;

7) as maiores empresas rondonienses usam estagiários e aprendizes para substituir trabalhadores efetivos, pagando salários aviltantes;

8) o setor de confecção, especialmente no interior, sub-empreita montagem de roupa, sem registro profissional e recolhimento previdenciário de grande parte das costureiras;

9) 80% dos trabalhadores rurais não têm registro em carteira;

10) trabalhadores(as) dos frigoríficos de frango, bovinos e suínos têm dificuldade de se manter no emprego pois é duro agüentar a repetição de tarefas e a insalubridade.


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