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Gilberto Gil defende no Acre o mariri como patrimônio cultural

2/5/2008 20:03:36
 
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“Espero que brevemente possamos celebrar o registro do ayahuasca como patrimônio da cultura brasileira”, disse o Ministro na quarta-feira (30), em visita ao Acre. 


 O uso do mariri causa, segundo estudos científicos, vômitos, alucinações, hipertensão, taquicardia, náuseas e diarréia. Apesar das propriedades alucinógenas, o uso do chá é permitido no Brasil para “ritos religiosos”.

O ministro da Cultura, Gilberto Gil, em visita ao Acre, comprometeu-se a enviar ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), processo para transformar o uso do chá de ayahusca – conhecido popularmente em Rondônia como mariri – que tem substâncias psicoativas, em patrimônio da cultura brasileira.

A bebida, além de usar o cipó mariri, usa também as folhas da chacrona. Ela é consumida regularmente pelos adeptos do santo Daime, culto que segundo consta nasceu no vizinho estado do Acre.

O ministro Gilberto Gil endossou um pedido assinado por representantes de três troncos das doutrinas da ayahuasca.

A proposta de reconhecer o chá como um patrimônio cultural brasileiro tem o apoio do governador petista do Acre, Binho Marques, e da deputada federal comunista Perpétua Almeira, integrante da bancada acreana.

Gil deverá participar do 2º Congresso Internacional da Hoasca, que será realizado em Brasília entre os dias 09 e 11 deste mês de maio, numa promoção da União do Vegetal. O objetivo é debater os últimos estudos realizados sobre o chá.


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