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Porto Velho,  qua,   23/setembro/2020     
reportagem

Cassol no Fantástico: ela fala da “Guerra Fiscal” e da Operação Titanic

12/4/2008 18:07:38
 
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O assunto passou a interessar à opinião pública depois da Operação Titanic, levando a Polícia Federal a realizar prisões em Rondônia e no Espírito Santo. 


 O governador Ivo Cassol e o secretário de Finanças do Estado de Rondônia (Sefin), José Genaro, esclareceram em entrevista que será exibida na noite deste domingo, no programa Fantástico, da Rede Globo, a concessão de benefícios fiscais e tributários para empresas que se instalarem em Rondônia. No Fantástico, Cassol e Genaro ratificam que a instalação de novos empreendimentos em Rondônia não é uma decisão pessoal do governador ou do secretário, mas sim do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder), composto por secretários de Estado, superintendentes de bancos públicos e federações empresariais e comerciais.

“Toda e qualquer empresa pode encaminhar um projeto solicitando incentivos fiscais. Esse projeto será avaliado tecnicamente e em seguida avaliado a sua situação pelos membros do Conder, que definem se o benefício será concedido. Não é uma decisão pessoal do governador Ivo Cassol, que preside o Conder, nem minha ou de qualquer outro integrante”, afirmou Genaro, que durante a semana concedeu entrevistas esclarecendo o fato.

Por sua vez, o governador Ivo Cassol reforçou a posição firme do Governo, que não protege ou discrimina nenhum empreendimento idôneo de pleitear benefícios fiscais junto ao Conder. “Conceder incentivos é a forma que Rondônia tem para atrair novos investimentos, em nosso Governo, várias empresas foram beneficiadas, nos mais diferentes ramos da economia e estão gerando empregos e renda em vários municípios. As empresas sérias podem continuar buscando os incentivos, pois o Estado está de braços abertos para receber que quer investir e crescer aqui”, enfatizou.

Durante a entrevista, o governador reforçou que o seu filho, Ivo Cassol Junior é inocente das acusações de que teria cometido tráfico de influência e disse que os empresários capixabas, presos na operação Titanic da Polícia Federal, haviam se aproximado com intenções escusas, na tentativa de usá-lo para receber algum beneficio, sem sucesso. “Eles usaram esse caminho como forma de tentarem conseguir alguma vantagem do Governo para a implantação de uma montadora de moto em Guajará-Mirim e para retomarem o benefício fiscal que havia sido suspenso. Meu filho alertou que não misturava assuntos pessoais com a administração que eu conduzo e o assunto foi encerrado”.

Cassol e Genaro também falaram sobre a guerra fiscal entre os Estados. “Enquanto não for aprovada uma reforma tributária que reduza as desigualdades regionais e permita que Estado menores possam competir em melhores condições com os mais ricos, a situação não vai mudar. O benefício que Rondônia concede, não é diferente do concedido por outras unidades da federação”, acrescentou Cassol.


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