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política

Energia gera polêmica em debate na Comissão da Amazônia

8/4/2008 21:44:20
 
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Empresas de energia da região dão prejuízo anual de R$ 1 bilhão. 


 Parlamentares da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CAINDR) da Câmara dos Deputados não chegaram a um entendimento com os representantes das Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás) sobre o modelo de gestão centralizada propostos para as companhias elétricas da região Norte.

A medida, ainda em estudos e sem muito detalhes, prevê a criação de uma espécie de diretoria nacional que seria responsável pelo gerenciamento das empresas no êmbito da Eletrobrás. O assunto foi discutido nesta terça (8) em audiência pública na CAINDR. Além das companhias do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, a centralização atingiria as empresas de Alagoas e Piauí.

O principal argumento é que elas dão um prejuízo de R$ 1 bilhão ao ano para o sistema nacional de energia elétrica. "Da forma como está não pode ficar", disse o chefe de gabinete da presidência Eletrobrás, Sinval Zaidan Gama.

Ele também defendeu um novo marco regulatório que estabeleça os subsídios para o fornecimento de energia na região, enquanto não forem concluídas as obras estruturantes que vão tirar os estados do sistema isolado. São elas: o gasoduto Coari-Manaus, o Linhão Jauru (MT) e Vilhena (RO) e o Linhão Tucuruí (PA) Manaus (AM), que também passa por Oipoque (AP). Após a cobrança da presidente da CAINDR, Janete Capiberibe (PSB-AP), Sinval anunciou que o leilão para esta última obra será realizado no segundo semestre deste ano.

Para a deputada Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM), uma das autoras da proposta da audiência, não ficou claro que a centralização da gestão seria o ideal para sanear as empresas. "Há o problema das peculiaridades regionais de cada estado e não seria uma única diretoria que resolveiria o problema a contento", explicou a parlamentar.

O deputado Eduardo Valverde (PT-RO) questionou o secretário de energia elétrica da Eletrobrás, Ronaldo Schuck, sobre o que foi até o momento formalizado sobre a gestão centralizada. Ele disse que não poderia dar detalhes, uma vez que o problema ainda estava na fase de estudos.

A deputada Marinha Raupp (PMDB-RO) cobrou a imediata inclusão dos representantes das companhias na construção de uma proposta. Já a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) disse que os parlamentares da região não vão aceitar um modelo centralizador que não fortaleça as companhias energéticas dos estados.


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