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Porto Velho,  sex,   15/janeiro/2021     
reportagem

Assembléia vai intermediar greve dos fiscais da Fazenda

26/3/2008 08:14:25
 
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A comissão composta de vários deputados foi instalada na ultima terça-feira. 


 Com a participação dos deputados Luizinho Goebel (PV), Wilber Coimbra (PSB), Tiziu Gedalias (PMDB), Ribamar Araújo (PT) e Jesualdo Pires (PSB), a Assembléia instalou, por meio de ato da mesa diretora, a Comissão que vai intermediar junto ao governo rondoniense o impasse gerado pela paralisação dos auditores fiscais do Estado, que exigem reajuste salarial.

O reajuste, segundo o próprio governador, não pode ser dado, porque isso implicaria na necessidade do reajuste do próprio salário do governador, tendo em vista que seu salário é o que demarca o teto dos vencimentos de servidores do estado.

Se o reajuste for concedido no índice exigido pelos grevistas, “eles passariam a ganhar mais do que o governador Ivo Cassol”, explicou uma fonte ligada à Secretaria de Administração, ouvida por IMPRENSA POPULAR.

Mas este, segundo o próprio governador, não é o único problema. As finanças do estado, disse recentemente Ivo Cassol, seriam abaladas se o reajuste exigido pela categoria fosse concedido.

O governo tinha pedido que o movimento grevista fosse considerado, pela Justiça, ilegal. Ele chegou a afirmar que o movimento tinha conotações de ordem meramente políticas, “pois esta é uma das categorias mais bem pagas entre o servidor público”, como afirmou.

O governador chegou a apontar uma senadora do PT como uma das estimuladoras do movimento paredista. Bem, a Justiça entendeu que o movimento não fere a legislação. Mas a própria Justiça decidiu que a categoria, através de seu sindicato, será penalizada com multas pesadas, aplicadas diariamente, se o setor parar em função da não disponibilidade mínima de auditores fiscais para o setor fazendário não funcionar.


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