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Porto Velho,  dom,   17/janeiro/2021     
reportagem

Dinheiro do FNO deve ser usado contra desmatamentos na Amazônia

26/3/2008 08:13:38
 
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Esta foi a posição adotada pela deputada Janete Capiberibe, presidenta da Comissão da Amazônia e Integração Nacional. 


 Segundo a deputada, da bancada do PSB, o atual quadro de desmatamento que se vê na região é resultado do modelo de desenvolvimento equivocado, que gera riquezas durante um determinado período por conta da extração das riquezas naturais mas, passado este ciclo, deixa a devastação e o empobrecimento. A supressão da cobertura verde modificará e reduzirá o ciclo das chuvas, prejudicando a produção agropecuária e o agronegócio, o abastecimento das bacias hidrográficas e de água potável e a geração de energia em todo o país.

A presidenta da Comissão da Amazônia disse que o Estado brasileiro não pode ser omisso nem ausente como delineador das políticas de desenvolvimento sob a fiscalização de todo o conjunto da sociedade brasileira.

FNO

“É urgente que a sociedade brasileira se debruce sobre um modelo alternativo de desenvolvimento, com base na sustentabilidade”, discursou. A socialista afirmou que os recursos públicos não podem financiar a devastação e sugeriu um aprimoramento no uso do dinheiro do FNO – Fundo de Desenvolvimento da Amazônia: 50% deve ser reservado para a recuperação das áreas já desflorestadas e abandonadas – 1/5 dos 17% da floresta que já foram derrubados; 40% para o desenvolvimento de atividades econômicas genuinamente amazônidas, como produtos extraídos da floresta em pé e o turismo; e 10% para financiar universidades e institutos de pesquisa no desenvolvimento e entrega à sociedade de projetos sustentáveis de desenvolvimento econômico e social que respeitem as peculiaridades regionais.

No discurso feito na Câmara dos deputados na última terça-feira, dia 25, a deputada destacou que só entre agosto e dezembro passados, 7 mil quilômetros de floresta foram derrubados. 17% do território amazônico já está desflorestado. Desta área, 1/5 está abandonado, sem qualquer produção.

Neste ritmo, metade da Amazônia terá sumido em menos de uma geração. Nestas áreas, a economia movida pela extração da madeira, pecuária e agricultura poderá estar falida, provocando uma pressão de igual pode devastador sobre o que restar da floresta.


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