Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  sex,   15/novembro/2019     
cidades

Parque Vitória sofre epidemia de Malária

4/9/2007 14:12:26
Por Aldrin Willy
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



Os moradores estão sofrendo com um surto de Malária. De cada 10 casas, em pelo menos uma há alguém infectado. 


 Com cerca de 200 famílias, o Parque Vitória pode ser considerado o mais recente bairro de Porto Velho. A primeira casa surgiu há cerca de oito anos. Desde então, o número de famílias no bairro só aumentou. Hoje o conjunto dispõe de luz elétrica e coleta de lixo, mas ainda falta água encanada, umas das duas principais queixas da presidente da Associação de Moradores do bairro, Fabiana Silva do Carmo Rocha.

A outra reclamação diz respeito à epidemia de Malária que vem acometendo os moradores do bairro. “Se você for olhar de casa em casa, de cada 10 tem uma pessoa com Malária”, diz Fabiana. Ela afirma que já foi atrás da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e de outros órgãos do governo para tentar uma solução, mas até agora só ouviu promessas. “Ficaram de vir aqui para aplicar o fumacê, mas ainda não veio ninguém”, diz.



AÇÃO DE PICARETAS

Além de evitar o mosquito transmissor da doença, os habitantes do Parque Vitória também precisam estar atentos para a ação de pessoas oportunistas. Foi o que aprendeu a duras penas o senhor Sérgio, morador do bairro, no dia 27 de fevereiro deste ano.

Como conta Fabiana, enquanto ele e a mulher estavam ausentes de casa trabalhando, um advogado conhecido apenas como “Dr. Douglas” apareceu com um suposto mandado para desocupação do terreno. A mando do advogado, a casa do senhor Sérgio veio abaixo junto com todos os pertences do pobre homem e da esposa. Um bando fez o trabalho de saquear tudo. “Levaram roupa, sapato, geladeira, tudo o que o coitado do senhor tinha dentro de casa”, conta Fabiana.

O advogado seria representante de certa “Imobiliária Tauante”, que Fabiana diz existir apenas no papel, pois “não tem escritório, não tem nada”. O mandado que o causídico trazia, segundo Fabiana, jamais poderia servir para derrubar a casa do senhor Sérgio. “Eles vieram com um mandado para cumprir aí na frente, no Parque Alphavile. Esse aqui é o lote da União e eles não tinham nenhum mandado”, conta.

A esperteza do tal advogado não se restringiu ao desafortunado morador. Fabiana conta que ele passou de casa em casa, ameaçando demolir a casa do morador que não lhe mostrasse o documento de posse do terreno.

No país das injustiças, não é de se estranhar que depois do ocorrido com o senhor Sérgio, nada tenha acontecido para punir o advogado e a empresa. “Não aconteceu nada. Eles foram embora e pronto. Ninguém fez nada”, diz Fabiana.


Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: