Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  ter,   17/setembro/2019     
cidades

O Planejamento da prefeitura trabalha em comunhão com a sociedade

6/8/2006 23:22:00
Por Imprensa Popular
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



Numa entrevista exclusiva, o Secretário do Planejamento municipal, Israel Xavier Batista, garantiu que todos os projetos saídos de sua pasta têm a participação popular, dentro da proposta de revisão do Plano Diretor da cidade. 


 Ao receber Imprensa Popular recentemente em seu gabinete de trabalho, o responsável pela pasta do Planejamento municipal de Porto Velho confessou que “antes do prefeito Roberto Sobrinho” os projetos para a realização das obras públicas “não eram discutidos junto à população interessada”. Esta é uma situação que mudou na gestão do prefeito petista: “Aqui na Secretaria de Planejamento e Coordenação do município seguimos a orientação do prefeito, de trabalhar em comunhão com a sociedade. Todos os projetos elaborados por nossa equipe conta com valiosas contribuições de todos os segmentos, não só porque essa é uma exigência acadêmica para o desenvolvimento sustentável, mas também porque a gestão de Roberto Sobrinho busca trabalhar fraternamente com a população”.



PORTO VELHO FORTE E JUSTA


A capital rondoniense começou a viver um dos mais importantes momentos de crescimento econômico e social da história recente. Essa é a constatação de Israel diante dos vários projetos saídos da Sempla e que começam a se tornar realidade em vários pontos do município. Para ele “agora os reflexos do alinhamento” da gestão de Roberto Sobrinho com o governo federal “estão dando frutos” e Porto Velho “começa a viver uma onda de crescimento sustentável, a caminho de uma sociedade economicamente forte e socialmente justa”. Isso, claro, demanda ainda muito trabalho mas, disse Israel, a equipe do prefeito Roberto Sobrinho “há de envidar todos os esforços para aproveitar esse momento propício”.

“Hoje temos uma quantidade significativa de projetos aprovados”, informa o chefe da Sempla, lembrando que estes projetos contam com recursos do orçamento geral da União, em valores expressivos, para serem implantados. Só para este ano, “a previsão é de que os investimentos destinados a Porto Velho pelo Orçamento Geral da União ultrapasse os R$ 35 milhões”.

Israel reconhece “os desafios de nossa capital são muitos” e, acrescentou, com uma agravante: quase tudo é urgente. Por isso a Sempla tem um papel preponderante em garantir “uma administração ainda mais ágil e planejada, trabalhando as prioridades nas das metas claras determinadas pelo prefeito Roberto Sobrinho, interessado em realizar obras que darão suporte de prosperidade para todos do município”.



NÃO FICARÁ NO PAPEL

Em virtude da visão de um modelo de planejamento aberto, “democrático, participativo, que garante o diálogo com os vereadores, os poderes constituídos e com todos os segmentos sociais” como afirmou Israel para Imprensa Popular, os projetos não ficarão mais “apenas no papel”. As realizações do prefeito Roberto Sobrinho serão, disse, “melhores daquilo que se fazia no passado” e um exemplo disso, lembrou Israel, “é o trabalho de recuperação do asfalto da Avenida Amazonas”, em pleno andamento.

O prefeito Roberto Sobrinho tem forte militância na esquerda, assim como o próprio titular da Sempla, um emérito professor universitário que defendeu tese de mestrado em 2001, na Unesp, em Geociência e Meio-Ambiente, analisando o desenvolvimento de Rondônia nos últimos anos, com base na concepção do desenvolvimento sustentado.

Nem por isso o Planejamento municipal é feito com “alguma conotação ideológica de esquerda”, como garantiu o titular da Sempla a Imprensa Popular.

“Na gestão do prefeito Roberto Sobrinho há a concepção horizontalizada e não espaços de poder verticalizados ou estanques”, comenta Israel, para afirmar que o papel do Planejamento “é o de buscar alternativas permanentes de um atendimento cada vez melhor a toda a população, dentro dos conceitos preconizados pelo Plano Diretor; pois todos os contribuintes são cidadãos e cidadãs plenos e de primeira classe, que pagam seus impostos com o suor do rosto”.



OS DESTAQUES

Israel está consciente de que em Porto Velho tudo é urgente “e o produto mais escasso para quem administra uma cidade como a nossa é tempo”. Para ele “a administração do prefeito atual conseguiu mudar muita coisa”, principalmente “os custos não só das obras como da máquina administrativa” sem o que “seria impossível ampliar os benefícios ao povo, colocando, como já está colocado, a energia da máquina administrativa para fora e não para dentro”.

Graças aos ajustes feitos na máquina da administração e na concepção do gerenciamento público, “Porto Velho começa a viver o seu melhor momento” com o início de obras a recuperação do espaço da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, “um projeto da Sempla orçado em mais de R$ 20 milhões”.

Este projeto vai resgatar o espaço da Praça da Madeira Mamoré, propiciando a recuperação dos históricos galpões da EFMM, para serem utilizados como espaços culturais, dentro de um amplo esforço de reurbanização daquele trecho da orla do Rio Madeira. Ali, pela previsão do projeto, haverá espaço destinado a apresentações de teatro, de música, a museu, além de áreas para caminhadas, praças de alimentação, tudo isso feito sem descaracterizar o sítio histórico que voltará a ser um dos mais importantes cartões de visita da cidade.

Outro projeto da Sempla que merece destaque é o da construção do Terminal Hidroviário do Cai N’Água, promessa feita ao povo deste os tempos em que José Guedes foi prefeito da capital. Orçado em aproximadamente R$ 11 milhões, o projeto terá o governo federal como parceiro. Seu início deve acontecer antes das eleições deste ano, mas o secretário admite que “a totalidade dos recursos ainda não está garantida, o que deverá acontecer brevemente diante do bom entendimento da administração municipal com o governo federal”.



DRENAGEM E ASFALTO

Continuando suas declarações exclusivas a Imprensa Popular, Israel reafirmou que “o prefeito Roberto Sobrinho aprofundou a responsabilidade da prefeitura com os segmentos mais frágeis da sociedade” e o resultado foi “um aumento significativo da oferta de vagas na rede escolar, a inauguração da Maternidade Municipal, a construção de residências populares para famílias que vivem em áreas de risco e a ampliação do serviço de prestação de saúde de responsabilidade municipal”.

Mas, enfatizou, “o prefeito vai prosseguir edificando obras fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população, como as drenagens e o asfalto, procurando resolver os problemas históricos de alagação em várias áreas de Porto Velho”. Nesse aspecto, a Sempla tem elaborado vários projetos, sem os quais seria “impossível conseguir os volumosos recursos necessários para este segmento de realizações”.



CAERD TEM LUCRO

Na área do saneamento básico há um setor “onde a prefeitura não pode investir diretamente”. Trata-se do sistema de captação e distribuição de água tratada, bem como o de coleta e tratamento de esgotos, “porque quem tem a concessão para cuidar disso é a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia, a Caerd”. O prefeito está consciente da precariedade do sistema, apontado pelo povo como um dos maiores problemas de Porto Velho, “e vem fazendo gestões junto a esta estatal para ver se ele decidem a investir na cidade”.

De acordo com o chefe da Sempla, “a Caerd consegue obter um lucro expressivo” fornecendo água apenas para 50% da população, mas “o volume de investimento da estatal está muito aquém das necessidades para a ampliação da rede e melhoria no sistema de captação e tratamento”. Sobre a questão do esgoto, Israel explicou que “praticamente nada vem sendo feito há muitos anos” e nem por isso “o prefeito tem deixado de procurar estabelecer um diálogo com a Caerd, para que a empresa encontre uma alternativa que venha atender as aspirações dos moradores da capital”.

Em setores da infra-estrutura básica que deixou de ser atendida pelas administrações anteriores, como a falta de iluminação pública e política viária, o atual governo “vem agindo de forma determinada, cobrando cada vez mais projetos de sua equipe”. No momento, a prefeitura está desenvolvendo “um amplo trabalho de iluminação pública em áreas mais carentes e nas vias onde a escuridão estava gerando insegurança e outros transtornos”. E, disse Israel, brevemente “a população verá a implantação do projeto viário, que buscará melhorar o fluxo de veículos e a sinalização de trânsito que hoje é das mais sofríveis”.


Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: