Anuncie:  

Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



Colunistas
Receba as matérias do site em seu e-mail

Cadastrar
Cancelar Cadastro

 

Porto Velho,  qua,   20/janeiro/2021     
reportagem

Entre as novidades de 2006, o retorno do corredor dos ônibus na Sete

21/12/2005 21:37:57
 
Comente     versão para impressão     mandar para um amigo    



O inadequado modelo do sistema viário e de transporte público em Porto Velho sofrerá mudanças profundas em 2006. A Semtran já tem um projeto pronto para licitação, com recursos de R$ 400 mil, que deverá ser executado já no princípio do novo ano. 


 A administração do prefeito Roberto Sobrinho está comprometida a realizar todos os esforços para melhorar a qualidade de vida dos moradores de Porto Velho em todos os aspectos da vida urbana. Por acreditar que o desenvolvimento rondoniense acontecerá de uma forma mais acelerada com a implantação dos grandes projetos do governo do presidente Lula para a região (com a construção de obras de infra-estrutura de grande porte, como as novas hidrelétricas), os técnicos da prefeitura já trabalham motivados por este cenário de crescimento que, em se tratando de sistema viário, terá um grande acréscimo de veículos nas ruas, o aumento das atividades do setor de serviços e da própria população.

O negócio, dizem os técnicos, e se debruçar na busca de soluções para evitarmos os congestionamentos crônicos no trânsito, redução no uso do transporte público, queda da mobilidade e da acessibilidade, degradação das condições ambientais e altos índices de acidentes de trânsito, se o modelo inadequado de gestão que vinha sendo praticado continuasse.

Dentre dos novos projetos que a Semtran começará a desenvolver a partir de 2006, os objetivos mais imediatos buscarão tornar o transporte público mais eficiente, mais confortável e humano. Com isso, os ônibus deverão ganhar corredores especiais em vias públicas da importância da Sete de Setembro, o sistema de integração terá mais consistência e, para isso, novos abrigos serão construídos nos pontos vitais para este sistema; a sinalização vai ser implantada e modernizada em áreas onde hoje o caos é predominante; ruas serão abertas para surgir novos binários de trânsito.

Problemas como a produção de situações crônicas de congestionamento, de dificuldades generalizadas da fluidez do tráfego, e outras problemáticas que advirão com o aumento do número de veículos em circulação na cidade serão trabalhados pelos projetistas da prefeitura levando-se em consideração três grandes eixos de ação: desenvolvimento urbano, transporte e trânsito. Como explica o Secretário José Cláudio Nogueira, da Semtran, “é preciso reduzir os problemas e desenhar um espaço de circulação com qualidade e eficiência”.



AS PIORES


O titular da Semtran conhece de perto todas as deficiências do sistema viário de Porto Velho. Ele identifica como as ruas José Amador dos Reis e a José Vieira Caula como as mais problemáticas nesse sistema. A solução para estes casos já está definida. No caso da José Amador dos Reis o projeto que começará a ser implantado ainda no princípio de 2006 prevê a abertura da rua Gustavo Loura para criar um binário de trânsito, de sorte que a Amador dos Reis vai se converter numa mão única.

Também estuda-se a aberta da própria Sete de Setembro para a construção de outro binário. E dentro dessa ótica, outra solução em estudo para se evitar problemas viários no futuro – em decorrência do desenvolvimento previsto para os próximos anos – será o prolongamento da avenida Mamoré até o seu encontro com o chamado anel viário, ou seja, chegando à Costa e Silva.



INTEGRAÇÃO

O sistema interligado dos ônibus (a chamada integração) para o próximo ano terá novidades para sua consolidação. Essa consolidação será fruto de diagnósticos realizados no ano que termina sobre a forma como opera hoje o sistema de transporte coletivo por ônibus na cidade. De forma resumida, a conclusão foi que os passageiros desse tipo de transporte utilizam linhas que partem dos bairros e convergem para o centro em todas as ocasiões.

Do jeito que está, os problemas são obviamente muitos: o esquema não garante a qualidade do transporte, esgota a capacidade da malha viária e tem como principais conseqüências a redução da velocidade operacional dos ônibus e o aumento no tempo das viagens. A integração vai certamente funcionar para a grande maioria dos usuários do transporte público porque funcionará na base da troncalização. Ou seja, haverá as linhas troncais e as alimentadoras que se conectarão aos terminais existentes.


Nenhum comentário sobre esta matéria

Mais Notícias
Publicidade: