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Porto Velho,  sáb,   16/novembro/2019     
reportagem

“O Banco Rural me enganou”, diz servidor

30/11/2005 02:44:41
 
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Rosinaldo Machado não esperava sofrer tanta dor de cabeça com o empréstimo realizado junto ao Banco Rural, para desconto direto na folha de pagamento. Só para receber o contrato, ele precisou esperar mais de dois anos. 


 Funcionário público federal aposentado, o fotógrafo Rosinaldo Luiz de Abreu Machado, morador da Rua Manaus, 330, no bairro Meu Pedacinho de Chão, resolveu denunciar o dilema sofrido por ter feito um empréstimo junto ao Banco Rural, agência de Porto Velho, “para alertar outras pessoas a não cair na mesma esparrela”.

Ao procurar Imprensa Popular para contar sua desdita, Rosinaldo explicou que em agosto de 2003 acreditou na propaganda do banco e tomou um empréstimo no valor de R$ 1.450,00, para ser pago em 36 meses a juros de 3,14% (ao mês), mais o valor de pouco mais de cinco reais, referentes ao seguro. Tudo isso daria uma mensalidade de R$ 95,00. Achando que estava fazendo um bom negócio para resolver problemas imediatos, Rosinaldo conta que, acreditando no funcionário do banco, assinou “uma espécie de minuta de contrato”, com a promessa de que em poucos dias receberia o contrato definitivo.

AUMENTO DA PARCELA

O funcionário público aposentado narra a Imprensa Popular que já no pagamento da primeira parcela do empréstimo os valores não eram os combinados. “Tive de pagar R$ 114,00 mais o valor do seguro, de R$ 6,00”. A diferença gerou a primeira reclamação e, também, a primeira promessa do gerente da agência do Banco Rural de Porto Velho que o erro seria corrigido, bem como o contrato efetivo da transação seria entregue a Rosinaldo.

Rosinaldo lembra que ficou um longo período sem condições de tomar providências para acertar a situação. “Somente dois anos depois que contrai o tal empréstimo o banco me forneceu o contrato efetivo, ou seja, para o empréstimo feito em agosto de 2003, o contrato só me foi entregue com a data de 14 de julho de 2005”.

E foi ai que Rosinaldo descobriu que entrou numa furada: “A taxa de juros que deveria ser fixa de 3,14% subiu para 6,79%. Eu deveria pagar pelo empréstimo um pouco mais de dois mil reais e o banco acabou me cobrando R$ 4.108,68 por um empréstimo de menos de mil e quinhentos reais, descontado diretamente no meu contracheque”, diz indignado o servidor.

Tentando obter uma solução para o que considera um abuso do banco, Rosinaldo procurou o banco onde, como se recorda, foi atendido por Benjamin Castro. “E foi esse mesmo Benjamin que disse que não poderia fazer nada, me mandou procurar os meus direitos, acrescentando que pelo menos umas outras 30 pessoas apresentaram reclamações idênticas”, concluiu Rosinaldo Machado para Imprensa Popular.


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