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Há inquéritos contra Dedé. Só que não andam

1/8/2005 02:22:06
 
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O ex-deputado Dedé de Melo não terminou a campanha como candidato a prefeito ileso. Contra ele houve denúncias e a Polícia Federal abriu inquéritos que, até agora, não andaram. 


 Derrotado nas urnas, Dedé de Melo acabou assumindo a prefeitura de Guajará-Mirim em decorrência do afastamento judicial do prefeito eleito, Cláudio Pillon. Mas mesmo sem vencer o pleito, Dedé de Mello não ficou imune às denúncias de fraudes eleitorais, como o aliciamento de eleitores. Processos foram abertos pela Polícia Federal mas, pelo que se conseguiu ouvir, os inquéritos não andaram.

Dedé, segundo afirmou o prefeito-eleito Cláudio Pillon, foi acusado pelo cacique indígena Neboalcaia, pela tentativa da compra de votos dos índios. O cacique, acompanhado de quatro indígenas, procurou a autoridade competente para informar que Dedé teria ido à aldeia oferecer R$ 30, no dia 2 de outubro de 2004, aos indígenas eleitores para que votassem nele, esquecendo os outros candidatos. Essa foi uma das denúncias que motivou abertura de inquérito por parte da Polícia Federal.

ASSUSTANDO ÍNDIOS

Segundo as informações de Pillon, o inquérito está praticamente pronto, com depoimentos dos líderes indígenas e até de testemunhas que viram o ex-deputado doar dois bois na aldeia, em troca de votos.

Além da promessa de distribuição de dinheiro, da doação dos bois, Dedé teria também mandado assustar os índios, espalhando que os índios que comparecessem à sessão eleitoral vestindo a camiseta do candidato Pillon seriam presos.

Segundo se informou, a Polícia Federal não precisa fazer mais nenhuma sindicância para provar que houve a prática do aliciamento de votos. Falta agora apenas que haja o pronunciamento da Justiça Eleitoral, onde Dedé tem amigos importantes, como o juiz Ney Leal, explicou a Imprensa Popular o prefeito-eleito Cláudio Pillon.

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