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Porto Velho,  sex,   24/maio/2019     
reportagem

Amir está infeliz com o papel de “Rainha da Inglaterra”

3/9/2004 16:11:14
 
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O Ministro poderá voltar ao Senado antes da imaginada reforma que virá no princípio do novo ano. No desabafo, o senador garantiu que não influencia nada na Previdência. 


 O senador Amir Lando está insatisfeito com a função de Ministro da Previdência e só permanece no cargo porque tem sido instado pelo seu partido, o PMDB. Amir, que chegou a Rondônia nesta semana, deve deixar o ministério “na primeira oportunidade, após as eleições municipais”, afirmou para Imprensa Popular uma fonte credível.

O Ministro não esconde que “não passa de uma peça decorativa” no Ministério da Previdência, onde não manda nada e não influí em nenhuma decisão importante. Sem esconder que se sente como a “Rainha da Inglaterra”, Amir explicou que no Ministério não há verticalidade, hierarquia, quem mande, por isso pode deixar o cargo mesmo antes da reforma ministerial que, imagina-se, Lula fará no princípio de Janeiro de 2005.

COMBATENDO A FRAUDE

O desafio atual da Previdência é o combate à fraude, considera o ministro da área, Amir Lando. "É neste ponto que estou procurando trabalhar", disse o ministro no seminário Reforma da Previdência no Estado do Rio de Janeiro. "Temos uma capacidade imensa ainda de arrecadar o devido e não pagar o indevido", disse.

"No Rio de Janeiro, por exemplo, 11% dos benefícios são fraudulentos e eles representam 23% do valor dos benefícios", citou. Segundo ele, há 1.400 pontos de vulnerabilidade nos sistemas de informática da Previdência. "Vamos mudar isso. Essa é a questão fundamental", afirmou.

"Vamos modernizar nosso sistema para dar a ele a segurança que os bancos têm nos seus sistemas", disse. O Ministério tem R$ 160 milhões este ano e disporá de mais R$ 100 milhões no ano que vem para essa modernização que já começou a ser implementada, segundo Lando. O ministro observou que é conhecido por ter sido relator da Comissão Parlamentar de Inquérito do PC Farias, que levou ao impeachment de Fernando Collor e que naquele trabalho pode "ver as entranhas da corrupção".


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