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Porto Velho,  sex,   19/julho/2019     
política

Tarifa de ônibus menor e maternidade funcionando, garante Oscar

3/9/2004 13:27:18
 
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Empresário do setor, o candidato do PL explicou que só o prefeito tem prerrogativas para estabelecer o valor da tarifa do setor. Oscar afirmou ser possível reduzir a tarifa se a cidade adotar um sistema moderno de operação do serviço, otimizado com vias exclusivas, linhas frontais, alimentadoras e vias de circulação sem a buraqueira de hoje. 



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Oscar Andrade construiu sua vida no setor de transporte urbano. Sua família tem tradição no ramo e Oscar chegou a presidir entidades que estudam esse assunto há muito tempo. Ele foi o responsável pelo desenvolvimento do transporte coletivo de Porto Velho, onde promoveu significativos investimentos na renovação da frota e na contratação e treinamento dos recursos humanos.

Graças ao seu espírito de liderança, Oscar foi durante muito tempo presidente do Sindicato do segmento e depois eleito deputado federal. Agora Oscar Andrade, tendo Silvana Davis como vice, é candidato a prefeito, liderando uma grande coligação partidária. Ainda hoje o candidato lidera o setor, gerando mais de 450 empregos diretos através de sua empresa.

SÓ PREFEITO PODE FAZER

Além de se comprometer a ampliar os serviços de saneamento com obras de drenagem e macro-drenagem (canalização de igarapés) em toda a cidade, a incentivar o crescimento da agropecuária e da agricultura, a criar condições para a atração de investimentos para a implantação de um parque industrial, a desenvolver o turismo, tudo voltado para a geração de emprego e renda, Oscar Andrade se compromete a mudar o sistema de transporte para “poder reduzir o custo da tarifa para o consumidor”, pois isto é salutar até para as empresas permissionárias desse serviço público.

Para as empresas não interessa essa política adotada pelo atual prefeito, “pois ela reduziu de forma drástica o número de usuários do serviço” e causa prejuízo para todos. Para ele “não se pode falar em simples transporte integrado, na base dos terminais de integração” como dizem alguns candidatos, “porque este é um sistema ultrapassado que está sendo substituído pelas cidades que antes o praticava”.

Ao se eleger prefeito Oscar fará um rápido reestudo do transporte coletivo de Porto Velho, para otimizar o serviço, reduzir custos e assim baixar o preço da tarifa. O sistema, como adiantou, funcionará na base da “integração eletrônica” sem que haja a demissão de um único cobrador, “um único trabalhador do setor”, afirmou.

Para Oscar “é fácil querer culpar o empresário do transporte” pela tarifa cobrada, mas isso é pura demagogia, maldade ou simples desconhecimento de causa. O empresário, explicou, “é apenas operador do serviço e não determina preço de tarifa”. Explicando, o candidato Oscar Andrade lembrou que “quem não conseguem entender o que significa IPK, ou seja, índice de passageiros transportados por km, não entende bulhufas do que é transporte urbano”. Oscar concorda que o IPK de Porto Velho é um dos mais baixos do Brasil, “exatamente pela incapacidade do prefeito em executar uma política de transporte moderna”.

Ele promete criar, quando for prefeito, vias exclusivas de transporte, num sistema de linhas frontais, alimentadoras, dentro de um sistema de integração eletrônico. Para o candidato, há que se buscar um escalonamento de horários de funcionamento dos vários segmentos econômicos, de tal maneira que os ônibus não andem superlotados num horário e trafeguem vazios na maioria do período. Isso pode ser feito por um prefeito com liderança, que compreenda o transporte público como uma prioridade. Enquanto mais gente for transportada, de forma racionalmente distribuída nos diversos horários do mesmo período, mais barato ficará a tarifa.

Além de se comprometer a fazer as mudanças necessárias e baixar a tarifa, Oscar garantiu que com o sistema será possível “colocar mais ônibus novos nas diversas linhas, mais ônibus com ar condicionado, tudo isso sem quebrar as empresas”.

BICICLETAS

A falta de uma política de transporte público inteligente fez com que surgisse em Porto Velho um número excessivo de bicicletas. De acordo com o candidato do PL são cerca de 200 mil circulando no trânsito da Capital, expostas a sérios riscos de acidentes, “pois as vias não foram dimensionadas para este volume de bicicletas e que disputam o mesmo espaço destinado aos veículos automotores”.

Hoje são os próprios patrões que “preferem dar uma bicicleta ao seu empregado do que o vale transporte” sem avaliar as conseqüências “de um trabalhador exposto a tanto risco de vida”. Oscar afirmou que “o trabalhador que mora em bairros como o Ulissses Guimarães não se sente satisfeito em ter de pedalar mais de uma hora e meia para chegar ao trabalho”, mas é obrigado a este sacrifício.

Garantir o acesso ao ônibus é “uma meta primordial de qualquer administrador público” mas para isso ele precisa ter compromisso popular e adotar um sistema “que não quebre as empresas prestadoras do serviço”. Precisa conhecer profundamente o setor, afirmou Andrade.


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