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Porto Velho,  sex,   23/agosto/2019     
reportagem

Faro: acadêmicos exigem um laboratório de fotografia decente

24/8/2004 10:16:03
Por Aldrin Willy
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Revoltados com a situação precária do Laboratório de Fotografia, acadêmicos de Jornalismo e Publicidade da Faro prometem fazer estardalhaço caso a instituição não melhore as condições de estudo no laboratório. 


 Logo após a primeira aula das turmas de Jornalismo e Publicidade (3° período) no Laboratório de Fotografia da Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia (FARO), os acadêmicos dos dois cursos foram à Coordenação do Curso de Comunicação Social para pedir imediatas providências que dignifiquem as condições de estudo do laboratório.

A reclamação dos estudantes leva em conta, especialmente, a falta de instrumentos básicos em um laboratório fotográfico: não existe sequer um tripé (suporte portátil sobre o qual se põe a máquina fotográfica). O ar-condicionado também não funciona como deveria, tornando o parco espaço da sala abafado e sufocante para os alunos e o professor.

O laboratório não tem propriamente um estúdio de fotografia; ele é improvisado pelos acadêmicos no mesmo espaço onde se faz a revelação das fotos. Em verdade, não há espaço para o estúdio fotográfico: o “laboratório” restringe-se ao pequeníssimo espaço em que se faz a revelação fotográfica.

Até mesmo os docentes da Faculdade se lamentavam em frente aos acadêmicos quanto à precariedade do laboratório. “É uma negação”, dizia um professor.

A estudante de Jornalismo Iule Carla, que liderava os acadêmicos, argumentou ao coordenador de Comunicação Social, Anderson Elói, imediatamente após a aula no laboratório por volta das 22h20: “De que adianta termos um professor empenhado em nos ensinar, se não temos as condições para aprender”.

— Nós pagamos todo mês uma boa quantia para a Faculdade e merecemos um laboratório digno, merecemos respeito. Ainda não mudamos de curso nem de Faculdade, mas desse jeito, não sei não. Vamos terminar o curso sem saber direito o que precisamos? Mal-formados? – completou Iule.

Anderson Elói prometeu levar à direção a reivindicação dos acadêmicos.

As outras turmas de Jornalismo, que passam pelo mesmo problema, resolveram se juntar à mobilização da turma do 3° período. O acadêmico de jornalismo Paulo Andreolli (6° período) prometeu que se as exigências dos estudantes não forem atendidas, ele e todos os alunos do curso irão protestar em frente à administração da Faro. Além do barulho e dos cartazes e faixas, os acadêmicos anunciaram outra forma de se manifestar: todos usarão um nariz vermelho de palhaço.

Se não sensibilizarem a direção da faculdade, pelo menos não precisarão fazer papel de palhaço apenas dentro da sala de aula, onde os colegas de outros cursos não os vêem.


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