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Debate do Mês

Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



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Porto Velho,  qui,   18/julho/2019     
COLUNISTA: Gessi Taborda

Em Linhas Gerais

4/11/2003
taborda@enter-net.com.br
 
  
SHOW CANCELADO
√Č com tristeza que publico este aviso. Mas, paci√™ncia, nem tudo se desenvolve como desejamos. Diante do ‚Äúfuro‚ÄĚ na nossa programa√ß√£o de patrocinadores, fomos obrigados a cancelar o show programado para hoje, em comemora√ß√£o ao segundo anivers√°rio do peri√≥dico Imprensa Popular, que deveria acontecer no Peixe Beer, gentilmente cedido pelo vereador Emerson Castro. Aliado a esse problema, um outro: um dos artistas convidado e confirmado n√£o poderia apresentar-se, pois foi internado num hospital da cidade, em decorr√™ncia com os problemas que vem enfrentando com o diabetes. Entendemos que com a realiza√ß√£o de dois eventos culturais importantes, a palestra do respeitad√≠ssimo (no Brasil e no exterior) jornalista e escritor Aud√°lio Dantas, a exposi√ß√£o do premiad√≠ssimo artista pl√°stico Stival Forti (ainda aberta ao p√ļblico no Sal√£o Nobre da Assembl√©ia Legislativa) o segundo anivers√°rio do jornal editado pelo comunista ficou bem marcado, com o realce de uma publica√ß√£o preocupada com os interesses culturais de nossa sociedade. O jornal vai promover em data mais oportuna um show popular com excel√™ncia cultural, numa produ√ß√£o mais bem elaborada, na certeza de que a popula√ß√£o de Porto Velho merece ter acesso √† m√ļsica que foge do padr√£o mercantilista determinado pela m√≠dia comprometida apenas com os interesses mercadol√≥gicos das gravadoras. Certamente ainda teremos em no Estado institui√ß√Ķes culturais p√ļblicas voltadas a esse tipo de comprometimento a ponto de apoiar iniciativas desse quilate.

√Č ELE
Lula aparece em uma festa de um empres√°rio importante. Mas, ao chegar na entrada da enorme mans√£o, foi barrado pelo seguran√ßa. Desculpe, senhor, mas sem convite n√£o posso deix√°-lo entrar. - Mas, eu sou o Lula, o presidente da Rep√ļblica! - Ent√£o, me mostre seus documentos. - √Č que tamb√©m n√£o tenho documentos, esqueci a minha carteira. -Desculpe-me, mas n√£o vou poder deixar o senhor entrar.
- O que √© isso? O senhor nunca me viu na TV? Olha bem! -De fato, o senhor √© muito parecido com o presidente, mas sabe como √©... Existem muitos s√≥sias seus por a√≠... O senhor vai ter de provar que √© o senhor mesmo. - Mas o que voc√™ quer que eu fa√ßa? - N√£o sei. O Pel√© tamb√©m se esqueceu dos documentos, a√≠ eu lhe dei uma bola de futebol e ele fez uma demonstra√ß√£o que logo me convenceu. O Oscar tamb√©m esqueceu os documentos e eu lhe dei uma bola de basquete e ele fez uma demonstra√ß√£o e provou que era o grande Oscar. - P√ī, mas eu n√£o sei fazer nada! - Ok. Pode entrar, sr. presidente!

MULHER FELIZ
Verdadeira musa do PMDB, a prefeita de Cacoal ficou feliz com o papel que lhe coube no programa pol√≠tico apresentado pelo seu partido na TV. A felicidade n√£o foi motivada apenas pelo reconhecido prest√≠gio da c√ļpula partid√°ria. Suely tem informa√ß√Ķes seguras que Divino Cardoso n√£o concorrer√°, como tanto se anunciou, √† prefeitura de Cacoal e com isso, concordam analistas e pol√≠ticos, ele ter√° uma recondu√ß√£o praticamente garantida ao cargo. Elegendo-se novamente prefeita, a vi√ļva do ex-senador Ronaldo Arag√£o pode olhar para o Planalto Central com muito mais tranq√ľilidade e certeza de que estar√° l√° em 2006.

DIAMANTES VERMELHOS
As in√ļmeras mortes de ca√ßadores de diamantes na reserva ind√≠genas dos Cinta-Largas, em Espig√£o s√£o um fato chocante que poderia ser evitado. Os diamantes n√£o est√£o apenas na √°rea proibida. Eles existem tamb√©m em s√≠tios dos brancos, na √°rea lindeira √† reserva onde, obedecida √† tramita√ß√£o legal, poderiam ser explorados sem o risco das chacinas. Por que os garimpeiros n√£o se convencem de uma vez por todas de que n√£o haver√° libera√ß√£o da extra√ß√£o dos diamantes dentro da reserva? A consci√™ncia ecol√≥gica de hoje jamais possibilitaria ao Senado aprovar uma libera√ß√£o para que aquela riqueza fosse explorada pelo homem branco.

VALORIZAÇÃO
O deputado Carl√£o de Oliveira demonstra cada vez mais seu interesse em considerar o servidor p√ļblico como pe√ßa importante na parceria que acaba possibilitando o desenvolvimento do Estado. Com ele as promessas v√£s e a desconsidera√ß√£o n√£o t√™m espa√ßo. √Č poss√≠vel acreditar que Carl√£o venha a romper at√© o cruel arrocho salarial a que foram submetidos os barnab√©s da Assembl√©ia por administradores do passado. Na administra√ß√£o p√ļblica s√≥ o presidente da ALE est√° demonstrando na pr√°tica que trabalha pela recupera√ß√£o do servi√ßo p√ļblico e pela dignidade e auto-estima dos servidores. A Escola do Legislativo, o Servi√ßo M√©dico da Assembl√©ia j√° est√£o funcionando. Brevemente entrar√° em funcionamento o restaurante, onde os servidores ter√£o comida a pre√ßo popular. No projeto de Carl√£o est√° definido at√© a constru√ß√£o de uma creche. Certamente os servidores do Legislativo responder√£o a estes est√≠mulos com o exerc√≠cio mais competente de suas fun√ß√Ķes, com amor √† camisa, com seriedade. E quando isso acontecer os jornalistas chegar√£o na Assembl√©ia com a certeza de que o espa√ßo reservado para o estacionamento da imprensa n√£o estar√° ocupado por carros de visitantes, como est√° ocorrendo agora. O profissionalismo prevalecer√° inclusive naquele setor.

INSEGURANÇA
A sa√≠da de C√©sar Cassol do Detran n√£o foi convenientemente explicada. A justificativa oficial n√£o convence a ningu√©m que conhecia as dificuldades enfrentadas pelo irm√£o do governador quando tentou dar uma nova roupagem ao sistema de comunica√ß√£o social do governo. C√©sar sofreu muita incompreens√£o, sobretudo daqueles interessados em monopolizar a bel-prazer as verbas p√ļblicas desse segmento. Sua decis√£o de deixar o governo acabou gerando um sentimento de inseguran√ßa em v√°rios personagens do primeiro escal√£o diante de uma inevit√°vel mudan√ßa no secretariado. Ora, se o irm√£o do governador n√£o teve condi√ß√Ķes de permanecer, quem estar√° seguro nesse governo, perguntam membros do alto-clero da administra√ß√£o. A verdade √© que C√©sar vinha incomodando alguns tucanos de plumas mais lustrosas.

PREST√ćGIO
O deputado Conf√ļcio Moura conhece de perto o prest√≠gio de Amir Lando em Bras√≠lia. Para o parlamentar de Ariquemes o senador Amir Lando s√≥ n√£o ser√° Ministro no atual governo de Lula se n√£o quiser. √Č cada vez maior a especula√ß√£o em torno do nome do senador como um dos ungidos para ir para o Supremo.

NA ESPERA
Everton Leoni √© verdadeiramente o nome mais forte do PSDB para encarar a disputa pela prefeitura municipal de Porto Velho. N√£o aceitar√°, no entanto, sua indica√ß√£o se o governo n√£o sinalizar com medidas de apoio ao seu nome. Everton n√£o pretende desempenhar o papel de boi de piranha, repetindo o script da disputa pela mesa da Assembl√©ia. Ele espera do governo de Narciso a√ß√Ķes de impacto social no √Ęmbito do munic√≠pio de Porto Velho.

BENGALA
Jer√īnimo Santana deixou seu ref√ļgio no s√°bado passado e compareceu ao Le Petit Taborda, participando da festa em homenagem a Aud√°lio Dantas e Stival Forti. O ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de S√£o Paulo e da Fenaj foi deputado federal quando o popular Bengala cumpria um de seus tr√™s mandatos na C√Ęmara. Ambos faziam parte da bancada dos aut√™nticos. Os dois n√£o se viam desde ent√£o. Santana fez um discurso emocionado em homenagem ao escritor e jornalista a ponto de ir √†s l√°grimas. Aud√°lio retribuiu com um discurso onde exaltou o papel do nosso ex-governador na conquista pelas elei√ß√Ķes diretas de presidente da Rep√ļblica e pela defesa que fazia da Amaz√īnia e de Rond√īnia. O respeitad√≠ssimo l√≠der dos jornalistas nos tempos da ditadura concluiu que Santana ‚Äúmerece o respeito e reconhecimento‚ÄĚ do povo rondoniense pelo muito que significou e pelo muito que fez em favor da redemocratiza√ß√£o do Brasil. O ex-governador apareceu na festa acompanhado de Ecir Rezende.

STIVAL FORTI
Premiado em sal√Ķes oficiais no Brasil e no exterior, Stival Forti exp√Ķe pela primeira vez sua pintura no Estado de Rond√īnia, a convite do colunista, com o apoio da Assembl√©ia Legislativa. Sua obra pode ser apreciada at√© ter√ßa-feira no Sal√£o Nobre da Assembl√©ia. No primeiro dia da exposi√ß√£o tr√™s obras do artista foram adquiridas por gente acostumada a investir nesse mercado que se mant√©m sempre firme e protegido da especula√ß√£o. Enquanto permanece em Porto Velho o artista paulista, que mora em Limeira tem mantido contato com a intelectualidade local. Ontem ele foi falar das artes para os alunos do per√≠odo noturno da Escola Estadual Elo√≠sa Bentes Ramos. O artista, tamb√©m respeitado como luthier, construindo instrumentos musicais para importantes artistas do Brasil e da Europa, mostra-se dispon√≠vel para realizar workshoping repassando informa√ß√Ķes para artistas locais, desde que receba convite nesse sentido.

INVAS√ēES
H√° um movimento organizado de invas√Ķes de terrenos urbanos funcionando a pleno vapor em Porto Velho. Ele atende, segundo consta, a interesses eleitorais. Na segunda-feira, um grupo de invasores que levantavam barracos numa √°rea de Vieira Ca√ļla foi retirado numa opera√ß√£o da Pol√≠cia Militar. A cena cada vez mais banal n√£o deixa de ser chocante. Por que n√£o os propriet√°rios dessas √°reas, mesmo ganhando o direito √† reintegra√ß√£o, n√£o entram num acordo com a municipalidade, regularizando tais invas√Ķes, vendendo os min√ļsculos lotes aos seus ocupantes, em presta√ß√£o.

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